terça-feira, 24 de dezembro de 2013

A pedidos - As receitas da Ceia


(Foto: Lílian Pinho)


Feliz Natal. Espero que esse sentimento Natalino de paz e harmonia  estenda-se e torne-se um hábito constante de querer bem a nós mesmo e aos outros.  Peço desculpas às pessoas que me pediram dicas e receitas ou que fizesse postagem. Não tive condições de fazer antes.  Com diz a máxima: "antes tarde do que nunca". *rs

Reeducação alimentar, hoje, eu vejo como uma necessidade realmente, os benefícios são muito grandes e não demora  a termos um retorno. Melhora a disposição, o raciocínio, o funcionamento do corpo como um todo. Espero não me sabotar e que seja um projeto de vida e não algo temporário.Mas,  penso que tudo é uma questão de bom senso. O fato deu ter escolhido  uma alimentação mais saudável, não me dar o direito de  impor isso as pessoas que convivem comigo e por exemplo fazer uma Ceia fora dos padrões convencionais. R.A pode-se comer de tudo, desde que com moderação. Foi convidado para uma festa, não vai transformar isso no Armagedon. Odiar datas comemorativas, aniversários ou até mesmo o aniversariante porque terá um monte de guloseimas. Você é que tem que si controlar e comer sem exageros.  Francamente, né!  Acho muito chato essa gente que conta calórias até do ar que respira. Que come um doce e acha que vai engordar 100 kg. Come uma uva e vai se pesar. Sem paranoia. Quem vier para cá com essas conversas, vou mandar procurar um psicólogo. Coma, mas, com moderação. Não existe isso de não poder (digo isso no caso de pessoas saudáveis sem restrições medicas). Eu comi de tudo, em quantidade pequena, sem remorso e bem feliz. Afinal, é Natal. Só ocorre uma vez por ano. É dia de celebrar a vida, ser FELIZ e confraternizar sem neuroses. Vamos as receitas.

Salada de maionese:
 
Batata
Cenoura
Maça
Maionese 
Azeitona
Ovos cozido
1 ameixa
Sal a gosto

A quantidade dependerá no número de pessoas. Gosto de tudo ao dente. Nada molengo se desmanchando e muito mole a apresentação fica feia. Ornamentei com ovos cozidos, azeitonas e ameixa.



(Foto: Lílian Pinho)
 
Salada de macarrão integral:

Macarrão integral
Milho verde
Presunto cortado em cubinhos
Salsinha picada
Molho (requeijão cremoso e leite)


Cozinha o macarrão ao dente e reserve em uma vasilha. Em uma caçarola frita o presunto, junte ao macarrão, coloque o milho verde. Use a mesma caçarola para misturar o requeijão com um pouco de leite, deixe ferver, junte ao macarrão, misture e jogue a salsinha picada. Não é necessário colocar sal. Os ingredientes já tem o suficiente.

(Foto: Lílian Pinho)
Salada de Lentilha:

Lentilha
Tomate em cubinho
Cebola
Salsinha picada
Azeite 
Vinagre de maça
Sal a gosto
Bacon em cubinhos

Cozinha a lentilha (ao dente). Reserve. Depois de aferventar o bacon e escorrer. Frite. Misture os demais ingrediente. Ornamentei com pera. É tipo um vinagrete.

(Foto: Lílian Pinho)
Arroz de Natal:

Arroz cozido
Passas brancas sem caroço
Presunto em cubinhos
Ervilha
Milho verde
Pimentão picado
Cebola picada
Queijo mussarela ralado

Frite o presunto com a cebola, acrescente o pimentão, dê uma leve refogada (não deixe murchar). Acrescente os demais ingredientes. Pode levar ao forno ou não. Particularmente, não gosto, acho que fica ressacado.

(Foto: Lílian Pinho)
Farofa:

Farinha de mandioca
Bacon cortado em cubos
Cebola
Passas pretas e brancas (sem caroço)
Talos de salsa
Ovo de codorna
Damasco
Depois de aferventar e escorrer. Frite o bacon, acrescente a cebola e os talos de salsa. (peguei os talos da salsa, cortei bem pequeno) deixe ficar levemente dourada, acrescente farinha e os demais ingredientes. Cuidado para não ficar gordurosa e pesada. Ornamentei com ovos de codorna cozidos (10 minutos para cozinha ovo) e damasco.

                                                    (Foto: Lílian Pinho)

Chaster:
 
Açafrão
Alecrim
Orégano
Catchup
 
Passa o temperinho nele todo. Envolve no papel alumínio de leva ao forno (180º) deixa por 1 hora. Depois tire o papel alumínio. Passa manteiga para dourar. Leva mais uns 30 minutos até pegar a cor.


Lembrando: Vamos evitar o desperdício de alimentos. O alimento é sagrado. Não precisa comer em demasia, si empanzinar ou  jogar fora. 




Na Cozinha da Líli - Falsa Mousse



Quando eu vi essa receita. Não botei fé, sinceramente. Achei que não daria certo ou se desse, o gosto seria uma porcaria. Fui bem pessimista mesmo. Mas, resolvi fazer. Me surpreendi. Terá uma sobremesa barata, saborosa e o principal, pouquíssima calorias e puro colágeno, que é uma maravilha para pele, unhas e cabelos (veja a postagem falando sobre os benefícios e necessidade de repor o colágeno no organismo).

Vai precisar de:

2 sachês de gelatina zero, sabor de sua preferência
1 copo de requeijão cremoso de leite morno
18 pedras de gelo

Modo de preparar:

Coloque no liquidificador o leite e a gelatina. Vá acrescentando as pedrinhas de gelo e batendo. Depois despeje em uma vasilha e leve a geladeira. Pronto, só isso. A consistência fica maravilhosa. Parece Mousse. Bom para sobremesa e aqueles momentos de desespero que dar vontade de comer doce!

(Foto: Lílian Pinho)




Como evitar o desperdício de comida

(Foto: Lílian Pinho)

Fiz uma Omelete para aproveitar a carne que sobrou do almoço de ontem. E ontem, com o caldo da carne do almoço, aproveitei para fazer uma sopa e não jogar o caldinho fora. Cozinhar também é isso, reaproveitar, transformar algo que já tem em um prato novo com gosto e "cara" nova. 
Triturei a carne, refoguei com  cebola picada, azeitona picada e milho verde. Omelete  não tem segredo, todo mundo sabe fazer.  Ovos batidos com um pouquinho de pimenta e sal a gosto. Coloca na frigideira (de  preferência com teflon). Despeja os ovos batidos e deixa fritar, coloca o recheio e faz o rolinho. Hoje é Natal  e aqui preparando a Ceia. Pensei na questão do desperdício de comida. Achei bem propício abordar o tema. Que o alimento sagrado não nos falte a mesa, mas vamos evitar os excessos, os desperdícios, as extravagâncias. Segue uma matéria que li. Muito interessante.


                                                      (Foto: Google imagens)



Com reportagem de Júnior Milério

Uma família brasileira de classe média joga no lixo cerca de 20% dos alimentos que compra semanalmente. A informação é do Instituto Akatu, ONG que trabalha em prol do consumo consciente. Isoladamente, esse volume pode até parecer pequeno. Mas, no conjunto, trata-se de uma montanha de comida descartada: 500 gramas por dia – ou 182 quilos anuais por família.

Isso significa que:

1          1)  estamos comprando mais do que realmente consumimos;
2)  não armazenamos os produtos de forma adequada em casa;
3) não aproveitamos integralmente os alimentos. No pior cenário, são todas essas atitudes juntas.

Quem já não se flagrou jogando fora aquele pote de requeijão que ficou ‘esquecido’ na geladeira e, claro, perdeu o prazo de validade? Ou a outra metade de molho de tomate que sobrou na lata e se deteriorou? Segundo o Instituto Akatu, boa parte do desperdício de comida se dá pelas mãos do consumidor, seja na manipulação dos alimentos na hora da compra, no armazenamento e preparo culinário ou mesmo nos hábitos alimentares.

Confira as dicas abaixo para não transformar a sua comida em lixo. As informações são do projeto Mesa Brasil, da ONG Banco de Alimentos e do Instituto Akatu.

                                                    (Foto: Google imagens)


No supermercado

- antes de ir às compras, confira quais produtos estão sobrando na geladeira e nos armários
- se possível, leve uma lista do que vai precisar para o período de uma semana
- não vá ao supermercado com fome porque a tendência é sempre comprar mais do que o necessário
- alimentos da época costumam ser mais baratos e frescos e ter maior durabilidade
- escolha frutas e legumes sem cutucá-los ou apalpá-los demais. Isso pode danificar os produtos e diminuir seu tempo de consumo
- cuidado com as promoções: de que adianta levar três se você consegue comer apenas um?
- observe a data de validade descrita nas embalagens e cuidado ao levar para casa produtos que estejam no limite prazo

Em casa, no armazenamento

- frutas, verduras e legumes devem ser armazenados em sacos plásticos fechados
- coloque-os na prateleira mais baixa da geladeira, onde a temperatura é menor
- lave-os somente na hora do preparo porque o contato com a água aumenta as chances de proliferação de mofos e deterioração
- terras e outras impurezas ajudam a prolongar a vida útil desse tipo de alimento
- evite guardar vegetais e frutas já cortadas. Em pedaços, aumenta a área de contato com o ar, fator que acelera a proliferação de bactérias

Em casa, no preparo dos alimentos

- não jogue fora folhas e talos de verduras e legumes. Eles são nutritivos e saborosos. As folhas de beterraba, por exemplo, possuem mais cálcio e fósforo que as próprias raízes que costumamos comer
- por isso, podem ser usados crus ou cozidos em saladas, caldos e sopas, recheios de tortas, farofas e refogados
- cascas de frutas também podem ser aproveitadas em geleias, sucos, chás e doces
- frutas cortadas tendem a durar mais se forem guardadas em temperatura adequada com o caroço (quando houver)
- o pãozinho amanhecido pode ser ralado e transformado em farinha
- está sobrando comida na geladeira? Congele para usar em outro dia
- para produtos industrializados, fique de olho nas datas de validade: depois de aberto, o prazo é mais curto do que o descrito na embalagem.

                                                      (Foto: Google imagens)


Comida não é lixo

Um estudo realizado em 2004 pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) revelou que o Brasil está entre os dez países que mais jogam comida no lixo. “Nós, consumidores, somos responsáveis por uma parcela considerável desse desperdício”, avalia Luciana Gonçalves, nutricionista e coordenadora do projeto Mesa Brasil, criado pelo SESC São Paulo e também voltado para o consumo consciente. Mas Luciana explica que não somos os únicos culpados nessa história: “Há deficiências em toda a cadeia de produção. Da plantação, passando pelo transporte e pela indústria, até chegar ao comércio e, finalmente, às nossas mãos”. Somos, portanto, a ponta de um imenso iceberg.

Na agricultura, o mau aproveitamento da terra, a escolha inadequada das sementes e a colheita fora de época fazem crescer os números do prejuízo. No transporte, embalagens inadequadas e caminhões sem refrigeração, por exemplo, também põem a perder muito do que se colhe. A indústria, por sua vez, chega a desperdiçar até 15% dos alimentos processados – e (pasme!) essa perda é repassada no valor final do produto.

Quando eles chegam às prateleiras, mais esbanjo. Em São Paulo, o Ceagesp, maior centro de entrepostos da América Latina, chega a jogar fora 100 toneladas de comida diariamente. Nos mercados comuns não é diferente. Segundo a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), em 2009, o índice médio de desperdício foi de 2,36% do total comercializado, sendo a maioria de produtos perecíveis. A pesquisa tomou por base 28 empresas de todas as regiões do país, num total de 1193 lojas – 25% delas não possuem uma área de prevenção de perdas.

“O número ainda é alto, mas percebemos que as grandes redes de comércio e as indústrias de alimentos estão começando a se mobilizar, fazendo parcerias com ONGs e institutos que aceitam doações de comida, além de promover trabalhos educativos para conter o desperdício”.

                                                     (Foto: Google imagens)



Fonte:

Comida.ig.com.br

Lilicando - Feliz Natal

(Foto: Lílian Pinho)


Bom dia! !
Indo para a caminhada, ri com uma cena inusitada. Um grupo de pessoas (uns 9), cantando o Hino Nacional. Os patriotas embriagados na manhã de Natal KKKKKK. E tinha um senhor de cabelos grisalhos, com uma voz maravilhosa, e até aonde ouvi, cantava tudo certinho. Alongamento, quarenta minutos de caminhada, alongamento. 

Suco Detox (suco verde):

1/2 maça
1 fatia fina de melão
1 limão
1 pedacinho de gengibre
2 gelinhos de couve (tem uma postagem ensinando como fazer os gelinhos)
1 colher de mel


Café:

2 fatias de pão integral com requeijão cremoso e ricota
1 ameixa
Meu café amargo



                                                    (Foto: Google imagens)


Natal é o símbolo maior de nascimento e renovação é um momento de reflexão. Hora de fazermos um “balanço de nossas vidas”. De vermos onde estamos e nos perguntarmos para onde estamos indo. Onde queremos chegar e se o caminho que tomamos nos levará ao destino desejado. Podemos continuar neste caminho. Retroceder (às vezes é preciso), tomarmos um caminho diferente. Mas, nunca pararmos. É isso que nos move que nos faz pulsar. A crença de que vai ser diferente e melhor. A fé de que vai dar certo  que nos mantém vivos. E para viver é preciso conhecer. Conhecimento em todos os aspectos. É isso que desejo a todos. O conhecimento.  Essa chave maravilhosa que nos abre todas as portas. Conhecer a si mesmo, conhecer o outro. Compreender a marcha da vida. Ter sabedoria para aceitar que tudo é mutável e que nós somos engrenagens desta constante mudança. E que tudo que temos é a nós mesmos. Dinheiro acaba, bens se vão, beleza se vai, relações findam, elos se rompem. Mas, o que sabemos e aprendemos, este é nosso para sempre. É esse acúmulo de conhecimento que nos faz sermos o que somos. E que este conhecimento seja como uma árvore frutífera, sobretudo, usada para o bem e o belo.

Feliz Natal!!

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Na Cozinha da Líli - Sopa de abóbora Light

(Foto: Lílian Pinho)



Ingredientes:

300 grs de abóbora
1 tomate maduro picado
1 cebola picada
cheiro verde (salsinha/coentro)
1 xícara de massa de sopa de sua preferência
2 colheres de sopa de azeite
500 ml de caldo de carne 
Sal e pimenta cominho a gosto


Modo de preparar:

Em uma panela aqueça o azeite, coloque a cebola e refogue sem dourar, acrescente o tomate,  continue refogando. Coloque a abóbora  a massa (já cozidos) o caldo de carne e deixe ferver por alguns minutos. Por fim, jogue o cheiro verde e terá uma sopa leve, nutritiva e saborosa. 





“Desde que me cansei de procurar,
Aprendi a encontrar;
Desde que o vento me opõe resistência.
Velejo com todos os ventos”.

(A Gaia Ciência - Nietzsche)






   

Lilicando - Treino de leve

(Foto - Lílian Pinho)

Bom dia! Como sempre um Detox para começar o dia. Levei Bob para passear e o saquinho para recolher sua caca, és que o danado fez duas vezes e eu fiquei com cara de bocó. O tempo não estava favorável para caminhar e minha atividade hoje foi em casa. Alongamento. Trinta minutos de treino e pulei uma cordinha de leve. 

Detox:

1/2 maça verde
1 limão
1 pedacinho de gengibre
1 pedaço de pepino
2 gelinhos de couve (tem uma postagem ensinando como fazer os gelinhos)
1 colher de mel

Café:

2 fatias de pão integral com requeijão light 
Melão com iogurte e uma pouco de semente de chia
Meu café amargo
  

Musiquinha para serenar o coração

(Gonzaguinha)

Eu fico
 Com a pureza
 Da resposta das crianças
 É a vida, é bonita
 E é bonita...
   
Viver!
 E não ter a vergonha
 De ser feliz
 Cantar e cantar e cantar
 A beleza de ser
 Um eterno aprendiz...

 Ah meu Deus!
 Eu sei, eu sei
 Que a vida devia ser
 Bem melhor e será
 Mas isso não impede
 Que eu repita
 É bonita, é bonita
 E é bonita...

 E a vida!
 E a vida o que é?
 Diga lá, meu irmão
 Ela é a batida
 De um coração
 Ela é uma doce ilusão
 Hê! Hô!...

 E a vida
 Ela é maravilha
 Ou é sofrimento?
 Ela é alegria
 Ou lamento?
 O que é? O que é?
 Meu irmão...

 Há quem fale
 Que a vida da gente
 É um nada no mundo
 É uma gota, é um tempo
 Que nem dá um segundo...

 Há quem fale
 Que é um divino
 Mistério profundo
 É o sopro do criador
 Numa atitude repleta de amor...

 Você diz que é luxo e prazer
 Ele diz que a vida é viver
 Ela diz que melhor é morrer
 Pois amada não é
 E o verbo é sofrer...




domingo, 22 de dezembro de 2013

Benefícios: Arroz X Feijão

(Foto: Lílian Pinho)

Feijão traz benefícios à saúde e emagrece

O feijão é um dos alimentos mais antigos do mundo, cultivado há séculos na Grécia Antiga e no Egito, existindo relatos sobre o mesmo desde 1000 a.C.
Tradicional da culinária brasileira, o feijão tem alto valor nutritivo e contribui para a sensação de saciedade, ajudando no processo de emagrecimento.
Feijoada, caldinho ou feijão cozido e bem temperado. São várias as formas de preparar este alimento, que traz muitos benefícios à saúde. Rica em fibras e minerais, a leguminosa ajuda na prevenção de uma série de males. E sua ação não para por aí. Veja por que apostar no grão para se livrar dos quilinhos extras sem passar fome.

Efeito emagrecedor

O fato de ser pouco calórico conta muitos pontos a favor do feijão. Afinal, uma concha generosa do grão tem apenas 95 calorias (é menos do que tem um pão francês!). Mas o que faz a diferença é sua capacidade de saciar a fome. Isso se explica: quando ingerimos proteína (e o feijão tem muita), nosso cérebro entende que já estamos satisfeitas e que é hora de parar. Resultado: comemos menos e ficamos bem nutridas quando o consumimos.

O grão ajuda a combater:


Anemia

É fonte de ferro, que evita o risco da anemia, principalmente a ferropênica. Combine alimentos que contenham vitamina C, como laranja, para que o organismo absorva ainda mais o mineral. Evite misturar leite e laticínios em geral com feijão. Eles contêm cálcio, que atrapalha a absorção de ferro.

Colesterol

Suas fibras, além de regularem o intestino, auxiliam na diminuição do risco de doenças cardiovasculares, diabetes e colesterol alto.

Câncer

Possui várias substâncias antioxidantes (como vitaminas e minerais), importantes para reduzir a incidência da doença.


Existem 14 tipos:

Feijão Azuki

É uma leguminosa de vagem menor que o feijão comum;
Possui sementes e grãos;
Possui forma arredondada de cor vermelho escuro;
Sabor levemente adocicado;

Muito utilizado na culinária asiática.

                                             (Foto: Google imagens)

Feijão Branco

Este retarda a absorção de açúcar no sangue e ajuda a emagrecer;
Seus grãos proporcionam um caldo bem cremoso;
Seu formato é alongado e de cor branca;

Ótimo para sopas, saladas e cassoulets.


                                                (Foto: Google imagens)


Feijão Bolinha

Conhecido também como feijão canário ou feijão-manteiga;
Possui grão totalmente arredondado e cor amarelada;
Agrada diversos paladares;
Ótimo para saladas ou sopas;

Muito utilizado na culinária portuguesa.

                                                     (Foto: Google imagens)
Feijão Carioca

Conhecido também como feijão chilli;
Possui formato arredondado de cor bege com listras marrons;
Rende bom caldo e cozinha rapidamente;

Muito usado na culinária indiana.

                                                (Foto: Google imagens)
Feijão Fradinho

Conhecido também como feijão-macassar ou feijão-de-corda;
Possui um formato arredondado de cor clara com o "olho" preto;
Este tipo de feijão reduz o colesterol;

Muito utilizado na culinária baiana.

                                                      (Foto: Google imagens)

Feijão Jalo

Possui grãos grandes e amarelados;
Quando cozido, forma um caldo encorpado marrom avermelhado;
Sabor delicado que lembra castanhas;
Ótimo para tutus, virados, saladas e sopas;

Muito utilizado em Minas Gerais e na Região Centro-Oeste.

                                                   (Foto: Google imagens)

Feijão Jalo Roxo

Maior que o Jalo comum, seu grão possui uma coloração vermelho escuro intensa;
Ótimo para saladas e sopas;

Muito utilizado em São Paulo, Minas Gerais e Goiás.


                                                    (Foto: Google imagens)

Feijão Moyashi

Possui formato arrendondado e esverdeado;
Este tipo de feijão é de fácil digestão e reduz sintomas de TPM;
Também conhecido como broto de feijão;
Ótimo para omeletes, sopas e saladas;
Muito utilizado na culinária japonesa.

                                                      (Foto: Google imagens)

Feijão Preto

Conhecido como o feijão da feijoada;
Possui grãos pequenos e cor preta;

Além do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, ele também é muito utilizado na culinária Mexicana.


                     (Foto: Google imagens)
Feijão Rajado

Possui grãos graúdos e cor rosado com listras avermelhadas;
Sabor adocicado;
Ótimo para ensopados;

Muito consumido em São Paulo, Minas gerais e região Sul.


                                                         (Foto: Google imagens)

Feijão Rosinha

Possui os grãos pequenos e um pouco mais avermelhados do que marrom;
Absorvem muito mais os temperos;
Garante um sabor especial para molhos e saladas;
Muito consumido no Mato Grosso, Pará, São Paulo e Goiás.

                                                      (Foto: Google imagens)

Feijão Roxinho

Possui grão miúdo, escuro e avermelhado;
Pode ser usado em diferentes tipos de receitas;
Sabor intenso e textura macia;
Muito utilizado em São Paulo, Minas gerais e Goiás.

                                                      (Foto: Google imagens)

Feijão verde

Possui grãos pequenos e verdes;
Conhecido como o grão da vagem verde;
Ideal para ser consumido fresco ou seco;
Muito consumido no Nordeste.

                                                        (Foto: Google imagens)

Feijão vermelho

Possui coloração avermelhada e seus grãos são miúdos;
Sabor encorpado;
Ótimo para sopas;
Muito utilizado na culinária francesa.
                                                       (Foto: Google imagens)


Perder a barriga com ajuda do arroz integral

Perder a barriga é apenas um dos benefícios da inclusão do arroz integral no cardápio diário.
O que difere o arroz integral do branco é a casca que envolve o grão. Pode parecer bobagem, mas essa sutil diferença é fundamental para o bom funcionamento do organismo. Essa casca carrega consigo uma série de benefícios, que vão desde o controle do diabetes até a redução da gordura abdominal, conclusão de um estudo realizado pela Universidade Tufs, do estado de Massachusetts, nos Estados Unidos. Segundo especialistas, é importante comer quatro colheres de sopa bem cheias de arroz integral todo dia.

Comer arroz integral ajuda na dieta, previne doenças cardiovasculares e diabetes - e ainda melhora o humor.

Ajuda a secar a barriga

Sua casca é rica em fibras, e isso ajuda a diminuir a barriga. O processo é simples: como formam uma espécie de goma quando entram em contato com a água, as fibras tornam a digestão mais lenta, fazendo com que o açúcar proveniente dos alimentos seja assimilado aos poucos. Assim, é possível reduzir em até 10% a gordura visceral.

Tira a fome

Comer arroz integral ajuda a regular o intestino, aumenta a sensação de saciedade e, com isso, disfarça a fome!

Faz bem para o coração

Ingerir o alimento também diminui o risco de doença cardiovascular, explica José Renato das Neves, cardiologista do Hospital Samaritano de São Paulo.

Dá maior sensação de bem-estar e beleza

O arroz integral contém ainda metionina, um aminoácido precursor da serotonina, que proporciona bem-estar. É por isso que o alimento também age como um antidepressivo natural. E tem mais: ele ainda auxilia na redução do colesterol, evita queda de cabelo e hidrata pele e unhas.


Tipos de Arroz:

                                                         (Foto: Google imagens)

Polido ou agulha

Esse é o arroz mais comum, também chamado de arroz branco ou tradicional. Como tem sua "casca" retirada durante o seu processo de fabricação - por isso recebe o nome de polido - não é um dos tipos de arroz mais nutritivos. O seu ponto forte é ser o mais barato, mais fácil de encontrar e o que tem maior funcionalidade, podendo ser usado para fazer uma lista grande receitas. Além disso, o arroz polido é que demora menos tempo para ficar pronto. A proporção de água deve ser de duas xícaras de água para cada uma de arroz, para que ele fique macio sem ficar com o aspecto "papa" ou grudento.

                                                      (Foto: Google imagens)

Arroz integral

Por não passar pelo processo normal de industrialização, o arroz integral mantém a camada externa do grão, conservando as suas principais qualidades e contém três vezes mais fibras do que o industrializado, cinco vezes mais vitaminas e quatro vezes mais magnésio. "Além de ter vitaminas A, B1, B2, B6, B12 e minerais, é rico em fibras, que ajudam a manter o intestino regulado", diz a nutricionista. O integral pode ser encontrado com facilidade, mas o seu preço é maior que a versão tradicional.

Na hora de preparar um prato com arroz integral, é importante lembrar que ele demora mais para ficar pronto e precisa de mais água para ficar com uma consistência boa para consumo. Deve-se usar o mesmo número de xícaras de água e de arroz e esperar pelo menos duas vezes mais tempo até tirá-lo da panela.

                                                        (Foto: Goolge imagens)

Arroz parboilizado

Esse tipo de arroz, assim como o integral, está caindo cada vez mais no gosto dos brasileiros. Ao passar por um tratamento hidrotérmico (água fervente), que consiste em cozinhar parcialmente os grãos com casca, parte das vitaminas e minerais passam da casca para o interior do arroz, aumentando o valor nutritivo e concentrando uma maior quantidade vitaminas do complexo B em cada grão.

"O processo hidrotérmico enriquece a parte interna do arroz, deixando-a com valores nutritivos próximos ao arroz vendido com casca. Além disso, a temperatura superior a 58 graus usada no processo de parboilização muda a composição do amido, fazendo com que o arroz absorva ainda mais nutrientes da casca", diz Audrey Abe.

Facilmente encontrado, principalmente em lojas de produtos naturais, esse tipo de arroz segue o mesmo padrão de preparo do arroz branco, já que não tem casca. 

                                          (Foto: Google imagens)

Arroz Cateto ou Japonês

Como o próprio nome já diz, essa variedade é à base da culinária japonesa. Com grãos curtos, curvados e um pouco transparentes, têm grande quantidade de amido e, após o preparo, tende a ficar mais macio e cremoso, se comparado com o arroz polido. Ele também pode ser encontrado com grãos que mantêm a sua casca e o gérmen, concentrando assim o seu valor nutricional. "Esse tipo de arroz também tem a sua versão “integral”, que conserva maiores quantidades de vitaminas do complexo B e mineral”, explica a nutricionista.

Para deixar o arroz cateto mais macio, sem que ele fique grudado, é importante deixá-lo um pouco mais de tempo cozinhando do que o arroz tradicional, seguindo o padrão de uma xícara de água para cada duas de arroz.

                                                      (Foto: Google imagens)

Arroz arbóreo

Possui o grão mais arredondado e concentra bastante amido, conferindo consistência cremosa. Também tem uma incrível capacidade de absorver condimentos. Por isso, é o mais indicado para preparações de risotos. "Como não possui casca e não passa por nenhum processo que conserve seus nutrientes, o arroz arbóreo tem o mesmo valor nutricional do arroz tradicional", diz Audrey Abe. Ele pode ser encontrado em redes de supermercados normais, e o seu modo de preparo é o mesmo do arroz tradicional.

                                                     (Foto: Google imagens)

Arroz basmati ou indiano

Famoso por seu aroma adocicado de nozes, o diferencial do arroz basmati em relação ao comum é o seu gosto mais forte e a sua capacidade de reter água durante o preparo sem que os grãos fiquem grudados uns nos outros. "Os grãos deste tipo de arroz são bem mais longos e ficam ainda mais compridos quando cozidos. Mesmo que os níveis nutricionais sejam praticamente iguais aos do arroz branco, ele pode ser usado em ocasiões especiais para variar o cardápio", diz a especialista.

O arroz indiano é mais caro que o tradicional, e só é encontrá-lo em lojas especializadas em produtos naturais ou orientais. Como já possui um gosto bastante característico, ele dispensa a adição de temperos durante o preparo.

                                                     (Foto: Google imagens)

Arroz vermelho

O arroz vermelho é rico em monocolina, substância que pode auxiliar na redução do nível de LDL (colesterol ruim) no sangue, aquele que pode causar infartos e derrames cerebrais.

Além disso, segundo a nutricionista, o extrato desse tipo de arroz pode auxiliar na circulação sanguínea, na digestão e nas funções intestinais. Apresenta também três vezes mais ferro e duas vezes mais zinco que o arroz branco. O preparo pode ser feito da mesma maneira que o arroz tradicional. Ele também é bastante acessível e pode ser encontrado em redes de supermercados.

                                                      (Foto: Google imagens)

Arroz negro

 Apesar de ainda não ser muito popular, o sabor e a cor acastanhada do arroz negro podem ser novidade por aqui, mas já é conhecido na China há milhares de anos. "Este tipo de arroz contém 20% a mais de proteínas e 30% a mais de fibras em relação ao arroz integral", diz Audrey Abe. Quer mais? Ele tem um elevado teor de ferro, menos gordura e menor valor calórico. Análises do produto também apontaram o grande conteúdo de compostos fenólicos, substâncias antioxidantes, que combatem os radicais livres, prevenindo o envelhecimento precoce, doenças crônico-degenerativas, problemas cardiovasculares e até câncer.

                                                    (Foto: Google imagens) 


Arroz selvagem

Ainda pouco encontrado no Brasil, o arroz selvagem, apesar do nome, não é um arroz de verdade, mas um tipo diferente de gramínea. Os grãos são escuros (marrons e pretos) e o seu comprimento é três vezes maior que o do arroz comum, tendo em seu interior um aspecto claro e macio. "Ele é bastante usado na culinária oriental, mas como são poucos os lugares em que é produzido (Estados Unidos e Canadá), ainda é pouco conhecido no Brasil e difícil de ser encontrado fora de lojas especializadas em produtos naturais".


Fonte:

Minhavida.com.br
mdemulher.abril.com.br
Revista Saúde
Wikipédia